Dos textos do Borges, dois são excepcionais: O Aleph e A Biblioteca de Babel. Labirintos que somente ele soube descrever…
Buenos Aires: Las Calles de Borges from Ian Ruschel on Vimeo.
Dos textos do Borges, dois são excepcionais: O Aleph e A Biblioteca de Babel. Labirintos que somente ele soube descrever…
Buenos Aires: Las Calles de Borges from Ian Ruschel on Vimeo.
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Enquanto que nos EUA abandonaram com as aulas de escrita cursiva, na China os alunos terão mais aulas de caligrafia.
Quem está certo? (lembrando que a China será o próximo EUA…)
E como ficará a pintura?
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A partir do post do Kentaro no Sedentário conheci o belíssimo trabalho fotográfico de Stéphane Guisard, que vai de vídeos a fotos com navegação:
O que está em cima é como o que está embaixo. E o que está embaixo é como o que está em cima…
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“Há os que dão pouco do muito que possuem, e fazem-no para serem elogiados, e seu desejo secreto desvaloriza seus presentes.
E há os que pouco têm e dão-no inteiramente. Esses confiam na vida e na generosidade da vida, e seus cofres nunca se esvaziam.
E há os que dão com alegria, e essa alegria é sua recompensa.
E há os que dão com pena, e essa pena é seu batismo.
E há os que dão sem sentir pena nem buscar alegria e sem pensar na virtude:
Dão como, no vale, o mirto espalha sua fragrância no espaço.
Pelas mãos de tais pessoas. Deus fala, e, através de seus olhos, Ele sorri para o mundo.“
Khalil Gibran – O Profeta
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Rome 1, a photo by Mads Eneqvist on Flickr.Leitura obrigatória: Trabalhadores, de Sebastião Salgado:
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A FNAC e a Editora Aleph estão com descontos em livros de até 30%:
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“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: O que vencer não receberá o dano da segunda morte.” (João)
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Pausa para os comerciais: fiquei, de novo, um longo tempo fora do ar. Ou melhor, fora do blog. Estive reciclando meu cérebro com novos velhos livros durante essa virada de ano. Ano novo, ideias novas. Tá tudo no Skoob. Eu leio devagar, até acho que pouco, mas gosto de escolher o livro com esmero, com capricho. Sempre que tenho tempo livre, fico nas livrarias ouvindo as vozes dos séculos.
E foi nOs Sertões (1 e 2) que descobri quem foi, afinal, Moreira César. Na minha cidade natal, Caxias do Sul, Moreira César é o nome de uma importante rua. Assim como Júlio de Castilhos, Borges de Medeiros, os 18 do Forte…
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E há muito tempo tenho isso em mente: até o nome da cidade é em homenagem a um “herói” de guerra. E as aspas são justamente a minha dúvida: que heróis? De quem? O que eles realmente fizeram para serem considerados heróis? Sobre o Duque de Caxias, conta-se a estorinha de que ele atravessava mulheres grávidas com sua portentosa espada para que não nascessem paraguaios “contra o Brasil”. E Moreira César, nas palavras do engenheiro militar (olha o nome) e fã de carteirinha da República Euclides da Cunha (trecho de Expedição Moreira César, cap. 1):
“Alguma coisa de grande e incompleto, como se a evolução prodigiosa do predestinado parasse, antes da seleção final dos requisitos raros com que o aparelhara, precisamente na fase crítica em que ele fosse definir-se como herói ou como facínora. Assim, era um desequilibrado. Em sua alma a extrema dedicação esvaía-se no extremo ódio, a calma soberana em desabrimentos repentinos e a bravura cavalheiresca na barbaridade revoltante.“
Como dizia Brecht: “Triste de um país que precisa de heróis.“
Hoje não temos mais guerras no campo da espada. Mudamos, evoluímos. Agora a guerra se trava na caneta: na guerra de informação, no (absurdo) intento de controlar as pessoas pela mente.
A verdade está nas ruas. Paramos de homenagear militares para enaltecer jornalistas. Ou melhor: dono de jornal. Ou melhor: famílias de dono de jornal: Sarney, Collor, Mesquita, Sirotsky… Menos Maquiavel e mais Huxley (calma, ainda chegaremos até o Orwell).
Mantém-se o padrão, o mesmo naipe, só muda o endereço. Ou melhor, a rua.
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Jornalista é como gaúcho: pode falar mal de todo mundo, mas ninguém pode falar dele… Até quando o STF derrubou a obrigação de diploma (ô! até o site deles é lerdo!), está errado: errou porque derrubou, errou porque demorou, errou porque nunca precisou de diploma, errou porque eram os “resquícios malditos da ditadura”, errou porque se intrometeu, errou porque foi numa quarta-feira… Além disso, blogs/microblogs/qualquer-espaço-virtual é um (potencial) canal de informação. Jornalista pra que então? Todos os tais jornalões estão perdendo receita, visitas, leitores, credibilidade! (já vão tarde, se querem a minha opinião)
Curiosamente, vou defender o jornalista. Primeiro, porque repito o meu mantra de que informação não é conhecimento; ou seja, precisamos de contexto, análise, síntese, filtro, opinião, ligações/hiperligações horizontais/verticais/transversais com outros assuntos. Ou nos tornaremos fatal e simplesmente, repito também, meros acumuladores de informação.
Na verdade, precisamos mais do que nunca de cérebros pensantes, críticos, gente que para e pensa. Se eu quiser mais memória, eu comprarei uma, obrigado. Essa semana eu conheci o Newsmap (que está caindo direto pelo grande acesso), e gostei, achei uma ferramenta bacana: organiza espacialmente as notícias dos jornalões em uma única página. Mas é isso, finito. Metade da página só com assunto de futebol, outra fatia significativa com economia. Eu prefiro a minha própria de blogs e portais, cultivada artesanalmente, onde TAMBÉM tem ótimos jornalistas que não têm medo de Web 2.0. E o resultado é muito bom: bom jornalismo, competente, com opinião clara e bem definida (ok, New York Times e The Economist também assumem sem vergonha, né Folha?), com informação bem apresentada, coerência editorial (sim, isso ainda existe!).
Bom profissional em qualquer lugar, e não qualquer profissional em bom lugar.
Como diziam Marcelo D2 e B-Negão na música Contexto:
Brasileiros pós ditadura ainda se encontram em estado de coma semi profundo
E um dos sintomas mais visíveis é a falta de percepção acariciam um lobo
achando que é o seu animal de estimação
Não consegue diferenciar banqueiros de bancários
Mega traficantes de meros funcionários e assim permanecem estagnados
Quando não regredindo enquanto o comando delta tem cada vez mais motivos pra permanecer sorrindo
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Eu nem sei mais onde guardo as minhas coisas. Passei pela época do disquete de 3 e 1/2 (opa! momento nostalgia: em casa tínhamos até caixa organizadora de disquete! e com chave!), depois trabalhei na firma com o Iomega ZipDrive (100MB a tiracolo!!!), CD-R, CD-RW, CD-R+, CD-RW+, CD?, CD!, DVD-R, DVD-RW, DVD-?, DVD-!, DVD-=-O. Por fim, HD externo (mas nunca confiei em sistemas mecânicos TÃO móveis) e memórias Flash/MP3/4/5…
Isso é passado. Over, the end. O cool agora é sync. Eu uso, mesmo, intensivamente, mesmo com seus milhões de poréns – e o pior deles: eu simplesmente NÃO TENHO IDEIA ONDE OS MEUS DADOS FICAM ARMAZENADOS. Assim mesmo, em caixa alta, negrito, pra escancarar a minha dependência dos caras.
Portanto, sigo sempre duas regras básicas:
Pronto. Vamos às novidades da semana:
Os arquivos pessoais que levo pra lá e pra cá? só meu celular os conhece…
Arquivado em tecnologia