Tentaram transformar informação em commodity. Aliás, monetizar é palavra de ordem da rái soçáite. Não sou contra a propriedade intelectual, apenas acho que a informação está se espalhando em uma tal velocidade que isso vai cair por terra. E de bico no chão.
Aliás, a nova tsunami da Internet, com Twitter na dianteira e vários corredores no encalço Facebook, Microsoft+Yahoo Bing, Google Social Search e outros, é o tempo real: a informação chega aqui e agora. Saímos do email (isso a IBM fala há tempos) e vamos para a comunicação, olha lá!, instantânea! Chega de recarregar página, tecla F5 gasta: o negócio agora é AJAX!
Por isso, é besteira arrogarmo-nos com a Era da Informação. Terabytes, petabytes do quê? Pra quê? Isso não quer dizer nada sem um contexto, sem o tratamento dessa massa toda, que fermenta dia após dia. Senão, semana que vem estaremos todos defasados, obsoletos, atrasados. Aos sabichões, acumuladores de informação (in)útil e dicionários ambulantes, isso é um problema. Atrasados? Sei não… isso me lembra alguma coisa…
Tudo bem, saímos da rotina das máquinas para a rotina na frente da máquina.
Analisar e sintetizar foi e sempre será uma arte. Para poucos. Gente que sabe aproveitar o tempo – porque entende que o tempo é apenas mais uma invenção humana… E o Conhecimento é uma joia lapidada ao longo de muito tempo… de reflexão, ócio e silêncio.
Obs.: hoje eu estava usando o Google Wave e achando o máximo as letras aparecendo em tempo real para o meu colega enquanto eu digitava. Uma ideia bem inovadora, não?



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